Mostrando postagens com marcador Inclusão Digital. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inclusão Digital. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A Cauda Monga

Definição do blog "Pau no Cool Hunter" e a qual se deve anotar para futuros projetos.

"Saiba que a cauda monga é aquele pitoresco setor grande o suficiente para não ser um mero nicho e demente demais para curtir as sutilezas imbecis que você produz."

O tom sarcástico e humorado do post sobre a Cauda Longa (já tão discutida) não elimina a verdade que estampa. Confiram.

terça-feira, 18 de março de 2008

O poder das LAN houses

Na Folha de hoje tem uma notícia que comprova uma coisa que comecei a discutir em conversas, fóruns online e aqui no Techboogie há anos. LAN house é um canal para inclusão digital.

"Acesso à internet de LAN house ultrapassa web domiciliar no Brasil"
As LAN house se tornaram o local mais utilizado para o acesso à internet no país, informa relatório divulgado pelo CGI (Comitê Gestor da Internet) neste mês. O uso de centros públicos de acesso pago saltou de 30% em 2006 para 49% em 2007, passando à frente do domiciliar, que se manteve estável em 40%.
Oficializando a tendência
(veja mais)
Era algo anunciado, conforme estava nesse post sobre as tendências para 2007 q fiz. Vejam o destaque Oficializando a tendência, com o link para uma discussão de agosto de 2006, na Cibercultura / Cyberculture, do Orkut.

A questão imposta agora é aproveitar esse novo público. Não há conteúdo na Internet brasileira para esses indivíduos das LANs houses. Todo o mercado se preocupou demais com aquele conceito de "um computador para cada pessoa" e esqueceu que existe "um computador para várias pessoas". Precisa haver conteúdo específico para eles agora. Divertimento, educação, informação, etc.

Eles estão querendo se aprimorar como cidadãos e consumidores digitais. Alguém precisa olhar para eles.

segunda-feira, 10 de março de 2008

O feijão-com-arroz e o espírito da Internet

Me toquei de algo incrível durante minha participação na NewsCamp. O evento foi uma iniciativa de agrupar jornalistas com trato no mundo digital para trocar idéias.... qualquer idéia, como reza um sistema de desconferência, sobre Internet, comunicação e hipermodernidade.

Mas, como parece ser a tendência nesses encontros, o papo começou com "negócios":como faturar?

Teria abandonado aquela sala se não fosse a única na parte da manhã. E aí, já mandei uma questão q eu acho definitiva:

Primeiro, blog não é necessariamente um canal de entrada de dinheiro. Se o criador achar que é, deve se mexer para tal. Do contrário - e eu prefiro que seja assim - blog é essencialmente um canal pessoal de expressão. Pode ser noticiário ou não. Pode ser para muitos, pode não ser.

Nisso, defendi calorosamente que não há mercado hoje em dia no Brasil para todas as pessoas que querem faturar.... só em 2010. Aí, eu consegui olhares incrédulos, perdi alguns possíveis amigos virtuais... mas, pelo menos o debate esquentou. Um pouco da discussão pode ser vista aqui e aqui.

O momento mais dramático foi quando chegaram alguns professores e universitários ao evento. No calor da discussão sobre a importância dos blogs eu vi uma aluna com um Sony Vaio Rosa. Eu perguntei a todos quem dalí tinha blog. Quase ninguém. A dona do notebook fashion tampouco.

Eu falei q ela devia jogar fora o gadget (vc sabem o q eu penso sobre isso) e criar um blog pq isso tinha muito mais valor. Um blog ia crescer em importância e, muito provavelmente, ter condições de fazer dinheiro.. se fosse isso q ela queria. Enquanto isso, o equipamento perderia valor constantemente, sendo ultrapassado em dois anos, além de ser um peso desnecessário em uma cidade cheia de lans-house. ATUALIZAÇÃO: é possível ver a comoção causada no blog das estudantes.

Poucos minutos depois o grupo abandonou a conferência. Pelo que disseram foi porque metade da sala criou uma outra discussão sobre política e eles queriam falar sobre o be-a-bá dos blogs.
E foi isso q me chamou a atenção.

A necessidade do be-a-bá.

A Ale Carvalho, professora universitária, já tinha alertado. "Meus alunos não sabem o que é Spam ou WiFi". E, em poucas conversas desde o evento, eu venho descobrindo que isso é comum. As pessoas têm computador e conexão, sabem que existem blogs... mas, não têm nem sabem como isso modifica o sistema de comunicação informativa de uma economia consumista de massa. ----É uma elite universitária... ok?

Também lembrei que a editora de uma revista de interesse geral que escrevo, a Divulg - lá para o ABC Paulista-, me disse para tratar de temas mais básicos pq os leitores gostavam do assunto mas não entendiam tudo q eu escrevia.... aqui é um público mais amplo que o de cima... ok?

Pior, lembrei do que me disse sobre os Telecentros o secretário de Participação e Parceria de SP, Ricardo Montoro, numa reportagem que fiz para o jornal Valor Econômico no ano passado. Os usuários ficam 1h no local. Desse tempo, 45% tem de ser gasto em coisas "úteis",como enviar currículo e aulas sobre planilhas e editores de texto. Só 15% é para Orkut, Msn, blog.

..... isso não é ensinar cultura digital.

E...
...é bem preocupante.

Existe uma elite que sabe usar a Internet hoje no Brasil
. Isso, por um lado é bom, por outro dá o que coçar a cabeça num mercado em crescimento como o nosso.

Quem está entrando, não encontra quem ensine. Parece não haver "mestres" suficientes para ensinar as maravilhas da comunicação digital, que cria multiplos canais e traz liberdade de expressão e consumo. Em compensação, existe muita gente falando como é legal ter um Vaio ou um iPhone ou dizendo como é possível ter monetização no blog. Assuntos pertinentes, mas que deixam seus comunicadores num patamar de cima. Já tem gente ficando inatingível pq mostra sua classe social num iPhone ou obtém sucesso com o blog e consegue ganhar dinheiro com isso.

Temo que, se esse povo novato não for ensinado corretamente, se tornará somente gado digital. Vão consumir notícias dos jornais q já são famosos ou de uns poucos blogs famosos.

Haverá uma nova concentração.

As novas elites vão se aproximar das elites antigas...
... e isso não é o espírito da Internet.
x
x
------------------------
Em tempo. O pessoal que foi discutir política está armando um blog político, uma necessidade para quebrar estruturas... algo essencial e que pode finalmente mostrar alguma participação social de quem se autodenomina blogosfera. O projeto precisa ser bom - não na tecnologia, mas no resultado e na força. Um papo que existia em Brasília para jornalistas que iniciavam no mercado é que "o político mais bobo conserta relógio com luvas de boxe". Então, o blog vai precisar mostrar esperteza.

-----
ATUALIZAÇÃO
Agora, no parágrafo que eu falo do Vaio tem o link para o blog das estudantes. Há muita opinião mostrada lá sobre o caso e, para quem se interessar (pq eu fiz mesmo esse post por causa do arroz-com-feijão), tem muito material para ser analisado sobre cultura digital, técnicas de reportagem e, ainda, como um blog pode fazer essas duas coisas liquidificarem.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Lição de inclusão digital

Como dá pra perceber nas datas dos posts... faz tempo q não escrevo nada aqui. Bom, isso tem um motivo especial -- a EXCLUSÃO DIGITAL.

Minha motherboard queimou logo depois de escrever o post aí debaixo. Era uma placa vagagunda com um Athlon 1.6, ou seja, um PC meia-boquíssima, mas, com muito orgulho.

É assim que costumo levar meu dia-a-dia tech. Eu gosto de ver e testar coisas novas.
Mas, comprar... bom, isso é algo diferente.
Naquela hora, olhando para uma engenhoca tecnológica que não deslanchava, eu me vi diante de uma triste constatação: "Estou excluído digital!!!"... temporário, claro, tinha certeza que resolveria a situação mesmo sem muita grana no bolso.

Curiosamente, no mesmo período, estava fazendo um frila de uma reportagem sobre inclusão digital para o jornal Valor Econônico...
Achei que já tinha coincidências demais aí.
Sem máquina para trabalhar, aproveitei o serviço de uma lan-house por umas horas. Mas, vi que ia ser complicado fazer tudo que tinha de fazer alí -- era um período atípico de trabalho e eu precisava do meu home-office funcionando 100%.
Não estava afins de ficar calculando custos relativos da inclusão digital nessa minha temporária exclusão.
Resolvi então conferir pessoalmente os preços de uma loja que me manda costumeiramente spam e tem o presunçoso nome de Inclusão Digital. O nome é pretencioso, mas o atendimento é muito bom. Tentamos de todo jeito fazer a mobo funcionar de novo, mas nada. Até que chegou a hora de decidir desembolsar dindim para aumentar a vida do meu PC. Por cerca de R$ 400 eu ia só conseguir uma máquina meia-boquérrima tb, só que mais moderna.

Pensei em investir em uma realmente nova.... Mas, segurei meu ímpeto consumista.
Já disse: sou assim.... racional demais nessas decisões. Espero, espero e espero... qq coisa q eu ache relevante eu espero... por ex.: o amadurecimento de preço, tecnologia e mercado. Isso me ajuda muito no trabalho de análise que faço. Não fico deslumbrado e fico distante do comportamento consumista que afeta muita gente que escreve sobre tecnologia.....

Gosto de ser sintonizado com as novidades como ninguém... mas, acho essencial ficar perto do consumidor comum. O q eu poderia fazer com R$ 400? Primeira parcela de um notebook bom, um celular com wi-fi só pra mim, um desktop novo?????
Resolvi então testar o poder da economia liberal no mercado de bens usados ---> apelei pro Sucatão da Informática, uma loja cujo nome não tem nada de presunçoso e já diz tudo.

Por R$ 380, e depois mais uns descontos na torre, memória DIMM, processador, placa de som e ventilador... adquiri uma boa placa para Pentium 4, com processador e tudo... pronta pra plugar.

Faltava só a memória, que deveria ser DDR.

Voltei à loja Inclusão Digital e comprei a memória, (q deu problema, mas, trocaram depois) e coloquei no novo-velho PC.

Está funcionando às mil maravilhas.....

Mas, o que ficou na minha cabeça foi: como o Sucatão da Informática me salvou da exclusão digital temporária.

É óbvio q eu não acho q a inclusão digital das massas depende unicamente do mercado. Conforme me disseram vários especialistas que conversei, não basta ter a ferramenta... é preciso saber usar. Esse "saber usar" foi muito bem traduzido numa frase do diretor do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (IPSO), Carlos Seabra:
"Na Internet não basta surfar, é preciso fazer onda"
Governo, empresas e ONGs devem cuidar dessa equação máquina+geração de conteúdo.

Mas, eu acho também que há muita gente que tem capacidade de ir atrás da própria inclusão digital e merece ter à disposição esses mecanismos de mercado (crédito barato, usados, lans-houses, etc).

O mecânico que cuida do meu carro, por exemplo, economizou para comprar um notebook e aprimorar os conhecimentos em site e conhecer mais gente em chats. Hoje ele fala malemal oito línguas.

Lá no Sucatão da Informática fiquei sabendo de histórias interessantes de gente que conseguiu ganhar uns trocos a mais e melhorar os trabalhos do filho no colégio com um Pentium 2 e modem para conexão discada. Uma máquina dessas fica entre R$ 200 e R$ 300 com monitor nesse estabelecimento.

Conheço outras histórias de gente que se incluiu na Sociedade em Rede com o crediário das Casas Bahia...
... e assim vai.

O que me parece, após toda essa aventura, é que o termo inclusão digital é muito amplo. Ele ainda adquire formas bem distintas quando surge do mercado e quando vem de iniciativas oficiais.

Enquanto um se preocupa primordialmente em formar consumidores de tecnologia, o outro já vai logo de cara querendo educar e assistir. Mas, os dois podem gerar cidadãos da Nova Economia... ou, simplesmente formarem consumistas burros ou datilógrafos digitais --

tudo depende muito da vontade de cada indivíduo em se livrar do ranço do século 20.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Usuário de PC é pobre, internauta é rico

O presidente Luíz Inácio Lula da Silva disse, em mais uma brilhante amostra de inteligência hipermoderna, que o computador deixou de ser coisa de rico no Brasil. O insight aconteceu durante o anúncio do financiamento do governo para popularizar essas máquinas. Hoje, uma boa geringonça de mesa pode ser comprada por cerca de mil reais e um laptop básico, com essa forcinha do governo, vai sair por R$ 1.800. Na reportagem da Folha, ele diz:

"No Brasil, o computador deixou de ser coisa de rico e o conhecimento deixou de ser para poucos. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas a inclusão digital é cada vez mais uma realidade neste país", disse Lula hoje na cerimônia de inauguração da fábrica da Dell, em Hortolândia (105 km a noroeste de São Paulo)
Por favor, não acredite nisso! Uma coisa é ter computador em mãos e outra é saber usá-lo para gerar conhecimento... outra ainda muito diferente é saber usá-lo para adquirir sabedoria.

É bem verdade que os programas de inclusão digital estão indo razoavelmente bem. Poderiam ser mais ágeis e abrangentes. Mas, qq inclusão é melhor do que nenhuma inclusão.

Só que no caso da frase do presidente há um equívoco. Um computador sem conexão é como um carro com o tanque de combustível na reserva. Vc pode ligá-lo, pode até fazer coisas simples como ir na feira, brincar de datilógrafo, visitar a tia no bairro vizinho ou brincar de PaintBrush.... Mas, viajar e ganhar dinheiro que é bom... Essas outras opções ainda são privilégio em Pindorama.

O Brasil tem 188 milhões de habitantes e só possui 20 milhões de pessoas que acessam a rede pelo menos uma vez por mês --(esse número é uma média que eu uso já que o Ibope dá 16 milhões e o CGI dá mais de 30 milhões)--. Desse total, somente 6 milhões têm acesso ao supra-sumo da experiência digital que é a banda Larga. Ainda mais alarmante: o último PNAD revelou que 79% dos brasileiros nunca nem chegaram perto de Internet.

Como se percebe, o computador caminha sim para ser mais um eletrodoméstico na casa dos pobres... mas a conectividade -- apesar da queda dos preços e das promoções Telefônica+TVA e Net Combo -- ainda não. Usuários de computador desconectado são os POBRES,...
......
!!!

quinta-feira, 15 de março de 2007

Computador polui?

A notícia é do portal Inovação Tecnológica.
De acordo com uma pesquisa do professor Ruediger Kuehr, da Universidade das Nações Unidas, um PC comum consome nada menos de 1,8 tonelada de materiais dos mais diversos tipos no processo de fabricação.

Ou seja... para fazer 17 quilos gasta-se quase duas toneladas.....!!!

Para se ter uma idéia do ABSURDO, geladeiras e máquinas de lavar consomem duas vezes seu peso qdo são manufaturadas.

"São, por exemplo, 240 quilos de combustíveis fósseis, 22 quilos de produtos químicos e - talvez o dado mais impressionante - 1.500 quilos de água. O problema é que a fabricação dos chips consome uma enormidade de água. Cada etapa da produção de um circuito integrado, da pastilha de silício até o microprocessador propriamente dito, exige lavagens seguidas em água extremamente pura. Que não sai assim tão pura do processo, obviamente."

A notícia completa está aqui.

Mas, eu... que nunca fui adepto da teoria de UM PC PARA CADA PESSOA e prefiro uma inclusão digital na base do UM PC PARA MUITOS, tenho mais um motivo para afirmar minha posição.
..
Além de me parecer um absurdo do ponto de vista social e econômico.... agora... uma política de
UM PC PARA CADA PESSOA t e m c o m p l i c a ç õ e s e c o l ó g i c a s.

.
E viva os telecentros e as lan-houses!!!


segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Opinião de R$ 1 Mi sobre o PC de US$ 100

Chegaram ao Brasil os laptops de 100 dólares, uma invenção do MIT Media Lab quer vender para ajudar na inclusão digital em países pobres.

Não sou exatamente fã do projeto. Acho q a idéia de inclusão é excelente, mas desconfio q não será com esse projeto que se conseguirá o objetivo. --> E... a primeira pergunta que sempre faço sobre isso é: "se é tão bom, pq não usar nos Estados Unidos primeiro???"... Mas não é só ... apesar do alarde sobre isso na imprensa, acho um produto que talvez não alcance a meta proposta.

O treco em si é bonitinho (foto), tem processador de 500MHz, DRAM de 128MB e flash memoryof de 500MB. O preço, se realmente for mantido, é questionável.
São cerca de R$ 250 ou R$ 300...
...o q é pouco para quem tem dinheiro...
mas muito para quem não tem grana nem acesso ao crédito de juros baixo.

Isso talvez faça do OLPC mais um brinquedo legal para os filhos da classe média do que uma ferramenta de entrada digna na economia virtual para as crianças de classes baixas.

A mobilidade é outra coisa esquisita pra mim. A idéia de usar um notebook em vez de um computador, explica o co-fundador do Media Lab, Nicholas Negroponte, atual superintendente da organização One Lap Top Per Child (OLPC), é para facilitar o transporte das máquinas de casa para a escola. Eu não conheço uma criança que queira levar mais 1,5 Kg de hardware na mochila, além dos 3 Kg ou 4 Kg do material normal.

É claro q o OLPC pode substituir os livros... mas ainda não se falou em produção de conteúdo nacionalizado e aprovado pelo MEC para o projeto.
->x

--Para mim, de bom mesmo há uma coisa -- a intenção de usar softwares livres no projeto.
Mas...
Essencialmente..
->x
Acho o mercado de usados para máquinas potentes mais interessante que mobilizar governos e recursos em um projeto assim.

Acho tb q o OLPC é um produto tão bom quanto
- a lavadora tanquinho
- o carro mil
e outros projetos similares que buscam o preço baixo e limitam a experiência de uso...

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

A classe D vai ao cyberparaíso

Há duas décadas, ser empreendedor na periferia era abrir um boteco, vender pinga, rabo-de-galo e cerveja... e, claro - torcer para ter clientes calmos e desarmados.

Mas, isso é passado.

De uns dez anos pra cá, um bom negócio em bairros de classe baixa virou sinônimo de salão de beleza. A clientela certamente melhorou, embora uma ou outra desocupada fizesse questão de armar a línguademetraladora e alvejar a vida alheia.

Mas, isso também é passado...

O grande business por aqui é LAN-HOUSE. Abriram QUATRO delas no último trimestre. A última delas está com uma promoção imperdível
- R$ 1,00 por hora de conexão de banda larga
(em bairros nobres de São Paulo esse preço varia de R$ 7 a R$ 10).

A clientela é basicamente jovem. Pelo q notei, entre 15 e 25 anos.... costumam olhar o Orkut, o Youtube, fazem trabalho de escolha com o Google e namoram com o MSN Messenger - quase sempre tudo isso ao mesmo tempo.

terça-feira, 30 de agosto de 2005

Pense, livre

Tecnologia é LIBERTADORA!
...
Se não for assim é apenas uma "qualquer-coisa" fútil ou inútil.

quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Exclusão eterna

Eu não tenho iPod. Mas é por opção... meu perfil digital admite consumismo até umas horas, por isso ainda uso meu discman e gravo as músicas em um CD-RW de R$1. Sou meio assim.. pela democratização da facilidade e por soluções inusitadas e baratas.
Telecentros, por exemplo, são melhores q planos mirabolantes de colocar um PC na casa de cada cidadão.

Banda larga geral para todos, já!!!
Economia de escala para o Mundo Digital!!!
Ei!!! Libera o Fust prá mim!!!

Tudo isso prá dizer q acrescentei
o banner da Make Poverty History...

.

quarta-feira, 8 de junho de 2005

Sou contra a idéia de um PC em cada casa - que é algo que favorece mais o fabricante de computadores e de sistema operacional.... Sou mais os telecentros, esses sim trazem riqueza pela função social. Esses são importantes.
Como mostra a 17ª Pesquisa Internet POP, do IBOPE Mídia, o uso da internet das classes D e E aumentou de 7% para 11% entre abril de 2004 e maio de 2005. Mas, apenas 4% deste segmento acessam a internet de suas casas.... eles (os pobres, os excluídos, os fudidos) plugam... onde der... escola, trabalho.. casa de amigos ou parentes. Conectividade rulez. Equipamento suckx....

sexta-feira, 19 de março de 2004

Quem acompanha a discussão sobre uso de software livre (tá eu sei... as diversas licensas de uso... é só um nome genérico para definir o treco) deveria conhecer este site. É o depósito para open source do governo americano. No primeiro parágrafo tem tudo q a Microsoft não gostaria de escutar...

quarta-feira, 9 de abril de 2003

Depois de passada a greve de ônibus em SP, a fórmula que comprova a elitização da Internet está clara na minha cabeça. Se a Internet fosse mais popular o número de motoboys nas avenidas da cidade seria menor. Não entendeu? Eu explico.Se mais pessoas tivesse acesso à rede e, claro, houvesse banda larga para todos, a principal killer application da Internet, o email, seria mais usado. Se o email fosse mais usado, não existiriam tantos mensageiros alucinados sobre duas rodas enferrujadas. O índice de motoboys é proporcional à exclusão digital.

Marcadores em Destaque

 
Template design by Amanda @ Blogger Buster