sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Speak english, ou não....

A influência da Internet (não ela em si... mas sua influência) seria capaz de eliminar a necessidade de aprender novos idiomas???
Fiquei pensando nisso após ver um estudo da Common Sense Advisory.com, que relata a importância da globalização lingüística de websites. O estudo aponta que 52% das pessoas conhecedoras de mais de um idioma preferem comprar em sites que apresentem sua língua nativa. O paper relata o óbvio, mas de qq forma, dá números à questão no aspecto do e-commerce. A globalização lingüística do varejo on-line é altamente necessária, incluindo websites, callcenters, atendimento, help-desk e pós-venda, aponta o paper.
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Não achei qq estudo sobre a troca de informações e interatividade social on-line. Mas, creio ser igualmente óbvio q as pessoas tendem a ter mais vontade de viver virtualmente se pudessem se comunicar melhor.

Speak English or die! - costumam dizer os neoliberais...

Ou não?... - costumam dizer os fãs malas de artistas da MPB.

Porque..., se vingassem os estudos sobre dispositivos q mediariam uma conversa turco-mandarim, português-inglês, espanhol-alemão.... etc... etc... etc...

... seria dispensável aprender inglês?...

Quais as implicações econômicas, culturais e sociais disso? Aumentaria o turismo internacional? Empresas contratariam outras etnias mesmo q não dominassem o idioma? Filmes poderiam ter atores de vários países?...

... e, mais importante do que tudo....

As nações desenvolvidas trocariam o imperialismo baseado na cultura e no idioma pela lucratividade da patente de um sistema assim?
Maybe.... que te pareces?

3 comentários:

Ale Carvalho disse...

Bom, eu ACHO que não.Acho que não abririam mão disso, até pq já é algo "consolidado" (até não sei quando, mas é...) E sobre filmes com atores de vários países, já temos exemplos disso.. mas todos falam inglês nos filmes.. ;)

Renata disse...

Não sei se é meu computador, mas vários links do novo layout estão em branco e só ficam visíveis quando passamos o mouse por cima... =( Sobre o post: nada nunca vai substituir a literatura no original. Originária do latim, a palavra tradutor tem o mesmo radical de traidor. A língua reflete a cultura, "uma mão lava a outra" pode ser traduzido como "lava minhas costas que eu lavo as suas". Mas repare: não é a mesma coisa. Nunca uma conversa português/mandarim intermediada por um software de tradução será justa. E pense nos incidentes diplomáticos! Conhecer uma língua é mesmo conhecer a cultura. Enfim. Mas eu preferia o tempo onde aprender Francês era mais útil que o Inglês. Eita linguinha feia. Bj.

Gilberto Pavoni Junior disse...

é rê... tem aquela velha história...
Qdo Eu digo "As galinhas estão prontas para jantar" o q o computador vai entender?
- q a ave está cozida e servida?
- q o galináceo está vestido e sentado à mesa?
- q a vizinha ninfo veio me visitar?

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