Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

Sobre rodas

Estou escrevendo um artigo sobre telemática automotiva para a B2B magazine de agosto.
trecho
"(...)A convergência já mostra as caras nas negociações recentes que vão misturando o setor automotivo com o de telecom e de software. Há semanas, a alemã de autopeças Continental comprou a divisão Automotive Systems da Motorola. Outra player do setor, a Johnson Controls, anunciou no começo do ano que vai produzir soluções baseadas em controle de voz e entretenimento digital para carros com tecnologia da VoiceBox Technologies. Grandes fornecedores do ramo, como Delphi e Visteon também estudam de perto a novidade(...)"
Na busca por infos da tendência eu caí no site da 4Car, onde tem uma votação sobre as 100 inovações mais importantes da história do produto.

Vá lá... vote....

Domingo, 23 de Julho de 2006

Blog corporativo

Uma pesquisa da consultoria Cymfony com a empresa de relações públicas Porter Novelli mostra a importância e a emergência do uso do blog como ferramenta de marketing. -
- Notem o estilo, "não sei pra que serve, mas sei que é importante". Uma lógica de análise que eu não via desde o boom da internet, há 10 anos.
.
Para 76% dos pesquisados, o tráfego pela web e a atenção da mídia aumentaram desde a criação de um blog corporativo. O curioso é que, a maioria não sabe direito qual a estratégia adotar, mas não desejam nem de longe ficar de fora dessa onda. (dia 25, terça-feira, haverá um seminário pela web sobre o assunto. Inscrições nesse link)
.
No Brasil, a construtora Tecnisa já adotou o blog. Conversei ontem com o diretor de marketing, Romeo Bussarello. A entrevista vai ser plublicada em podcast no portal VoIT. Ele é um entusiasta do blog corporativo, mas aconselha cautela. "É um email com cópia para o mundo"....

---->O mundo é virtual, mas a vitrine é do mais fino cristal......

Quinta-feira, 20 de Julho de 2006

Fax sux

Tem coisas q parecem anacrônicas demais para mim. Usar fax é uma delas. Não sei porque as empresas preferem esse aparelho caro e ineficiente para trocar documentos.

- 2min para passar uma folha de papel cheia de letrinhas e assinaturas...

- uma ligação de 1min30, no mínimo, para saber se o doc chegou direito.

Isso se não houver problema. Pq uma simples troca de informações pode demorar uma manhã inteira de ligações e tentativas de envio, ou pior, atrasar toda uma estratégia. Sem contar que toda informação sobre o papel pode sumir em algumas semanas..... é... aquele papel é caro e não retém a tinta.
Coisa de neandertal.
Masoquista...
Não dá pra entender essa preferência. Sei q algumas empresas adotam o fax pela questão da validade da assinatura no papel - uma questão que já está resolvida.
Sei tb q algumas adotam o fax pelo simples medo do computador. Do custo da máquina e da conexão... além de achar q seus funcionários não sabem lidar com tal modernidade (mesmo q essa tal modernidade tenha quase meio século de uso comprovado)...]
Poderia escrever páginas e páginas sobre essa inutilidade.
Mas vou resumir recomendando um link.
eMicrophones, Inc. é uma empresa que vende headsets para indústrias e centrais de atendimento. Sei lá o perfil dos executivos da empresa... Mas, já fiquei fã deles. Na página de contato eles dão o telefone e qdo aparece o campo Fax, eles sapecam:
- Faxing is Old Technology. Please write message below (into Web form).

Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

CiberTermos

Se eu trocar "avanços tecnológicos", "tecnologia da informação", "novas tecnologias de telecomunicaçoes e informação (TICs)" e mais um monte de sílabas desperdiçadas por
Cibernética
estaria completamente correto.
Então pq não faço isso? ....
Sei lá, dá uma >nostalgia do Homem de Seis Milhões de Dólares

Terça-feira, 18 de Julho de 2006

Quem lê tanta notícia?

Estava fazendo uma limpeza no meu email qdo achei uma notícia de outubro/05, do NY Times, sobre os desafios dos jornais diários em entenderem o mundo on-line. Duas frases me chamaram a atenção:
"O que não me deixa dormir é que os leitores mais jovens não querem o tipo de jornal comum. Eles estão buscando formas alternativas, porque gostam mais e acreditam mais nelas, que às vezes têm qualidades de vanguarda que os jornais entregues na porta não podem se arriscar a dar", disse Brian Toolan, editor do Hartford Courant.
.
.
"Um dos produtos centrais de um jornal não é a notícia ou a informação. É a influência da comunidade, criada com produto editorial de alta qualidade. Ao cortar pessoal, os jornais não estão fazendo sua segunda colheita, estão queimando o celeiro", disse Philip Meyer, professor da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill e autor de "The Vanishing Newspaper: Saving Journalism in the Information Age"
.
--->
Não precisa ser especialista para sacar que nem jornais nem qq mídia de massa consagrada estão escapando de uma escorregada nessa "transição".
Alguém me explica a vantagem de ler o noticiário da Copa no dia seguinte se eu podia acessar instantâneamente tudo pela web.. com imagens, video e som!?!?!!!!?!!
Para piorar, a propaganda online está crescendo. Apesar de ser a menor fatia do bolo ainda - menos de 10%- é a parte q mais cresce - cerca de 30% ao ano contra quase nada das outras modalidades... e é no mundo online q estão as maiores oportunidades de marketing, com o novo canal de divulgação e relacionamento q a mídia interativa proporciona...
E quem está sacando essa transição???
Bom... A Telefónica, com a TV online Imagenio... o megahiperblastermastermilionário que adora uma social network, Rupert Murdoch, o The Times e seu serviço de TV online,...
Surpresa! Há relação possível para modelos de negócio nessa transição. É o que diz o Centro para Estudos de Mídia da
Ball State University. Jornais impressos são mais lidos de manhã, após isso necessitam de apoio da web...
Apoio.
Não é replicar o q já lemos de manhã ou no dia anterior...
Eita coisinha fácil de entender... mas difícil de aplicar....

Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

Zidane-me!


A velocidade de divulgação da internet é fantástica. Fenomenal também é seu caráter popularesco e devastador. Todo o volume e infomação disposta na rede pode ser atropelado por um momento pitoresco - capturado e disseminado on-line.
O craque Zidane que o diga. Apesar de toda genialidade demonstrada em gramados pelo mundo afora, ele vai mesmo ficar mundialmente conhecido pela cabeçada desferida no zagueiro italiano, na final da Copa 2006. O lance resultou na expulsão de Zidane... do campo ele foi direto para a internet e virou filmes, game.... e até camisetas. Uma celebridade que nos deu um novo enfoque sobre a expressão "use a cabeça".

Quarta-feira, 5 de Julho de 2006

Vício em tech e a preguiça jornalística

Notícia publicada no portal MSN aponta que a compulsão por lançamentos tecnológicos tem explicação científica. Tudo está relacionado com a monoamina oxidase A, que causa o que os cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Yamagata chamam de neofilia: obsessão pelo "novo", vício por novidades.
(???)
O q me surpreendeu foi a passividade e a falta de profundiade do texto. Uma pesquisa rápida no Google mostra que a Monoamina Oxidase A é mais importante e complexa do que aparenta. A enzima é responsável pela comunicação entre os neurônios e a falta dela causa alteração no comportamento. O resultado de pouca dessa substância no organismo pode induzir ao autismo e a atrasos mentais. Também, em casos de disfunções hereditárias, causa agressividade e pode contribuir para o aumento da criminalidade. Não bastasse isso, pouca monoamina oxidase A causa depressão.

O estudo foi feito com 324 japoneses..... (!!!).. hmmmmm....!!!!

Então....
Serão só os japoneses malucos (se isso for verdade, muita comparação entre mercados ocidentais e o Japão cai por terra)? Será que isso é uma pesquisa que deveria ser feita somente por médicos ou deveria incluir sociólogos? Será o vício em tecnologia um remédio para depressão??
.
.

Não sei também se ligo a tal neofilia ao retardamento de alguns nerds, à agressividade dos gamers, ao PCC que usa muito celular ou à preguiça do jornalista que fez a nota.

Segunda-feira, 3 de Julho de 2006

Queime seu cartão de visitas

(trecho de artigo meu publicado na B2B magazine)

O que está escrito no seu cartão de visita - que é a sua primeira propaganda oficial para qualquer networking? Vendedor, gerente-geral, analista, técnico? Garanto que é isso ou qualquer das outras definições que nos acostumamos a ouvir. Acredite, a quase totalidade desses pedaços de papel estão defasados com a atualidade do mundo dos negócios.

Repare no dia-a-dia das empresas. O que você vê além de vendedores, gerentes, etc? Tem sempre alguém apagando incêndios, promovendo talentos individuais, gerando espírito de grupo ou ajudando clientes a terem uma experiência inesquecível com as marcas. Sim, evidentemente ainda estão lá as pessoas acostumadas a ''diretorizar'', ''gerentizar'', ''suportizar'' e, principalmente os ''isso-não-é-comiguistas'' que talvez sejam os profissionais que mais povoam as grandes empresas atualmente.

Mas, não é desse tipo de profissional que as empresas precisam. Na complexidade atual de urgência para inovações, terceirizações de áreas operacionais e falta de liquidez para investimentos que não tenham retorno garantido, é quase certo que essa companhias tenham mais necessidade de contratar um ?apagador de incêndios? do que um diretor de RH.
(...)
Por isso eu recomendo. Deixe seu cartão de visita na gaveta por um tempo. Viva sem esse pedaço de papel por um mês. Ninguém pergunta nosso cargo mesmo. Sempre nos perguntam onde trabalhamos e qual nossa função.

Marcadores em Destaque

 
Template design by Amanda @ Blogger Buster